Raindrop: Pagan Poetry

Textos

00:00

by on set.12, 2009, under Textos

Desejo não me arrepender das decisões que tomei quando chegar a hora do Adeus final.

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Sonhos

by on set.08, 2009, under Textos

Saiu de sua casa e olhou para o céu, vendo a trilha de um avião.

Desde então a casa está abandonada.

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Saturno

by on maio.25, 2009, under Textos

Agulhas brilhantes cortavam seus olhos,
Que contemplavam o céu estrelado.
Luzes da estrada, levando ao nada,
Luzes dos carros que se misturavam à neblina.

O ar frio e seco percorre a garganta
Um sopro.
Um sopro seco
Um sopro seco e vazio.

Mas enquanto ele também virava névoa,
Enquanto o frio tomava seu corpo,
Ele sorria, com uma triste alegria.

Ele viu os anéis de saturno.

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Ethereal

by on abr.16, 2009, under Textos

Momentos, ao vento,
Palavras, trocadas,
Existências misturadas,
Tão rápido,
Tão rápido…

Quadros perdidos,
Sentidos esquecidos
Entes, queridos,
Abandono, abandonam.

Realidade frágil, frágil,
Música forte, baixa,
Sem sentido, ouvindo
De longe.

Cidades abandonadas,
Nuvens espalhadas,
Solidão cinza-cimento,
Vida que escorre pelos dedos.

Etérea.


Raindrop Pagan Poetry – Ethereal

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Aurora

by on abr.12, 2009, under Textos

O Sol continua a nascer dia após dia no mesmo horário.

E continuo a somente procurá-lo depois que já se pôs.

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Agares

by on mar.03, 2009, under Textos

Seria um dia como qualquer outro: o sol havia brilhado sendo encoberto raras vezes por nuvens ralas, não havia feito muito calor, as pessoas haviam ido, em sua maioria, trabalhar pela manhã e tarde, com a noite dominada pela luz dos televisores nas salas de cada uma das residências. Para muitos aquele realmente foi um dia como qualquer outro, mas não em um apartamento igual a vários outros. Nesse indistinto apartamento Agares, agora com um ano e três meses, havia proferido sua primeira palavra e o lar festejava.

“Amo”
(continue reading…)

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Untitled 1

by on mar.02, 2009, under Textos

Falem comigo, me resgatem
Deste abismo que é a vida
Me mostrem o caminho da escuridão
Sem trazer consigo lanternas

Guio-me pela melancolia
Carregando meu manto atroz
Não espero uma estrela guia
Apenas meu triste algoz

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Fonte

by on jan.30, 2009, under Textos

Tantas palavras



Tanto silêncio



Tantas batalhas travadas, tantas vitórias alcançadas,
Vitórias sem sentido,
olhares que procuram,
tanta aversão.

Mentes literadas que não sabem enxergar além do banal,

além das linhas
Há muito mais que palavras,



sem jamais apreciar.
Há uma fonte, e a destroem.

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Eu Não

by on jan.30, 2009, under Textos

Sabe quando você sai brincando na chuva,
Pulando de poça em poça, rindo e cantando,
E quando as luzes iluminam as últimas ruas
cores quentes parecem preencher seus olhos?

E sabe quando você vai ao mercado,
o barulho das pessoas parece música aos ouvidos,
sentindo a vida pulsante, cercado,
o mundo parecendo o abraçar?

Me pergunto e me perguntam isso,
A contragosto parece fazer sentido.
Respiro e forço-me a responder:
O título.

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Fênix

by on jan.23, 2009, under Textos

Durante sua vida assistiu incontáveis vezes a ave ressurgir das cinzas.
Mas nunca entendeu o por que da insistência em sofrer.

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