Raindrop: Pagan Poetry

Textos

Aulas

by on fev.06, 2010, under Textos

Decidiu que iniciaria um curso de Ninjutsu.

Sempre fora fascinado por bombas de fumaça e já havia passado da hora de aprender a usa-las.

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Feliz 2010

by on jan.01, 2010, under Textos

Olhando os fogos do lado de fora da janela desejou felicidade para todos aqueles que acreditavam que essa época trazia consigo boas energias.

Só esperava que alguém se lembrasse de desejar que seu inferno astral terminasse logo.

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Igual

by on dez.28, 2009, under Textos

Ouviu os canários e bem-te-vis e depois olhou para as flores, vermelhas, azuis, brancas, pequenas e grandes.

E pensou: “Por que as pessoas são todas iguais?”

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Goodbye

by on dez.02, 2009, under Textos

Alone once again
I watch the sunset,
with tears in my eyes
And in the distance the car goes by.

The end of a day
Comes in the flight of an osprey.
To the stars in the sky
I say goodnight.

And the knife cutting through my heart
Leaves me devoid of emotion
No strength left to cry
No will left to try

No songs left to sing
No smiles, no strings.
With no emotions inside,
I say goodbye.

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A Longa Caminhada

by on nov.12, 2009, under Textos

E assim termina a longa caminhada
Depois de tantos anos, tanta história,
Tantos planos e idéias inacabadas,
Chegamos ao fim vazio da estrada

Podemos encher nossos pulmões de areia,
E fincar nossa bandeira no chão empoeirado
Orgulhosos de termos finalmente completado
A marcha sem precisar de ajuda alheia

Olhamos o sol se por atrás das dunas
E a escuridão rapidamente nos abraçar
Não lutamos – descansamos
E bebemos homenageando as sombras

Sonhos vendidos por poucas moedas
Corações trocados por efêmeros prazeres
Em algum lugar escolhemos o caminho errado
E assim termina a longa caminhada.

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Vaidade

by on out.29, 2009, under Textos

Vaidade
Da idade
Vã.

Idade das cidades
Das lojas, das modas
Dos carros e luzes.

Sombra da vaidade
espera o pincel quebrar
Frágil pincel que pinta o ego
Que atrás se esconde alma fácil, frágil.

Ah, a vaidade
Que aos poucos espalha o esmalte corrupto
E que aos nossos tolos olhos brilha
Amo-a!

Vaidade – vaidoso
Da idade – idoso
Vã – humanos.

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Madrugada

by on out.22, 2009, under Textos

Neste dia quero pela noite vagar
Chuva caindo sobre minha cabeça
Até onde as luzes se acabam
E no meio da escuridão há aquele bar

Quero entrar encharcado,
Cansado, perdido, desarrumado,
Pedir a bebida de sempre
Que nem sei qual é.

E então olhar para o lado,
Ver, pasmo, os cabelos alaranjados,
O sorriso, lábios vermelhos, olhar vagante
Com a mente viajante tocando a mesma canção.

Esta noite quero nos embriagar,
Com palavras, com gestos, com sensações,
Para sairmos em meio às sombras
Iluminando o fim da noite.

E quando chegarmos, a algum lugar,
Sem combinar trocarmos um beijo,
Sentir o doce da alma, o calor do desejo,
As curvas da pele, o pulsar do peito sob a mão.

Sem luzes, sem culpa, sem inibições,
Olhar o rosto adormecido, acariciá-lo suavemente,
Beijar suavemente a moça, pela última vez.

Pois quando o sol nascer já estaremos longe
E quero me lembrar com carinho,
Sentir que naquela madrugada fomos felizes,
Mas não quero esperar nada na manhã.

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Cores

by on out.08, 2009, under Textos

Naquele dia ficou sabendo que tinha uma amizade colorida.
E que era daltônico.

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Amanhã. Ou depois. Ou depois.

by on set.13, 2009, under Textos

Os olhos se abriram lentamente e a primeira visão do dia foi de seu braço esticado na cama, vazio. Levantou-se e olhou para os lençóis por um momento, como se procurando algo, até se lembrar que realmente havia dormido sozinho. Olhou para o calendário pendurado na parede e teve a impressão de já ter vivido aquele dia várias vezes, nunca vendo a folha mudar. Tomou seu banho mecanicamente como fazia todos os dias, pensando em quantas vezes ainda teria de fazê-lo durante sua vida.

(continue reading…)

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00:00

by on set.12, 2009, under Textos

Desejo não me arrepender das decisões que tomei quando chegar a hora do Adeus final.

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